Estamos na semana académica.
Não há aulas, mas não deixa de haver estudo a fazer. Comprei o bilhete semanal, mas ainda só fui 3 dias, um dos quais não era preciso pagar. Tenciono ir ainda a mais dois, mas começo a pensar se terei feito bem em comprar o bilhete para a semana inteira. Eu nunca fui muito de farras e agora, que os meus vinte e ??? ainda menos vontade tenho. Prefiro fazer jantares em casa, com os amigos, beber uns copos e dizer parvoíces, na mesma, mas sem a algazarra das discotecas e festivais. Para mim, os festivais foram sempre apenas acerca dos concertos. Para quê pagar dinheiro para me embebedar se o posso fazer de graça noutro local qualquer. E, convenhamos, quem bebe não quer saber dos concertos...
Ando mesmo zangada com a Y. Para além de não me dizer nada quando está em casa da mãe, quando chega cá lembra-se subitamente de mim e, como está sozinha, já quer a minha companhia. Hoje irritou-me especialmente porque tínhamos combinado jantar para Sexta. Mas como outros amigos já tinham planos, não dava. Hoje mandou-me mensagem a perguntar quando é que ia ter com ela para a ajudar nas compras (e na confecção do jantar, de certeza), como se tivéssemos combinado assim desde início. Perguntei-lhe se o jantar não era para sexta e informei-a que os outro não podiam ir. Respondeu-me que já sabia, porque já tinha falado com o C. Então perguntei-lhe se tinha combinado com ele para hoje (muito espantada, porque eles só se conhecem através de mim e só estão juntos por meu intermédio, quando eu combino jantares em minha casa). Respondeu-me que sim, mas que ele tinha dito que ia falar comigo primeiro para combinar. O que me irritou foi a atitude dela, como se eu, para além de ter o dever de estar informada de que o jantar tinha sido alterado para hoje, tivesse a obrigação de lhe ir fazer as compras e fazer o jantar.
Há pouco telefonou-me a perguntar se queria ir ter ao centro comercial com ela, porque queria ver lojas e tudo o mais. Mas eu sei que é mais que isso. Para além de não querer estar sozinha, quer é boleia para casa e as compras feitas. Resumindo, ela quer um jantar em casa dela, com o meu trabalho. Disse-lhe que estava a estudar (o que é verdade) e que queria estudar a tarde toda para pôr o estudo em dia (o que já é mentira visto ter acabado de falar com o M. para irmos ao cinema. Sinto-me mal porque acho que estou a ser má com ela, mas ela também tem aprontado comigo. Mando-lhe mensagens e telefono-lhe e ela nada; mas quando é o contrário diz, muito indignada "mandei-te mensagem e tu não respondeste!". Irrita-me o facto de ela contar comigo para quando lhe dá jeito. E sei que nem sempre é por querer estar comigo, mas porque precisa de boleia (sim, porque a menina não se digna a comprar o passe de autocarro nem a tirar a carta). Não gosto que façam de mim gato sapato, e desde que ela começou a ter estas atitudes comigo que me afastei dela e deixei de gostar dela como gostava. Acho que a nossa amizade morreu; só ela é que ainda não percebeu.
Não sei como vou descalçar a bota hoje, mas ir jantar a casa dela é a última coisa que me apetece. Um coisa é certa. Eu não vou cozinhar!
Não há aulas, mas não deixa de haver estudo a fazer. Comprei o bilhete semanal, mas ainda só fui 3 dias, um dos quais não era preciso pagar. Tenciono ir ainda a mais dois, mas começo a pensar se terei feito bem em comprar o bilhete para a semana inteira. Eu nunca fui muito de farras e agora, que os meus vinte e ??? ainda menos vontade tenho. Prefiro fazer jantares em casa, com os amigos, beber uns copos e dizer parvoíces, na mesma, mas sem a algazarra das discotecas e festivais. Para mim, os festivais foram sempre apenas acerca dos concertos. Para quê pagar dinheiro para me embebedar se o posso fazer de graça noutro local qualquer. E, convenhamos, quem bebe não quer saber dos concertos...
Ando mesmo zangada com a Y. Para além de não me dizer nada quando está em casa da mãe, quando chega cá lembra-se subitamente de mim e, como está sozinha, já quer a minha companhia. Hoje irritou-me especialmente porque tínhamos combinado jantar para Sexta. Mas como outros amigos já tinham planos, não dava. Hoje mandou-me mensagem a perguntar quando é que ia ter com ela para a ajudar nas compras (e na confecção do jantar, de certeza), como se tivéssemos combinado assim desde início. Perguntei-lhe se o jantar não era para sexta e informei-a que os outro não podiam ir. Respondeu-me que já sabia, porque já tinha falado com o C. Então perguntei-lhe se tinha combinado com ele para hoje (muito espantada, porque eles só se conhecem através de mim e só estão juntos por meu intermédio, quando eu combino jantares em minha casa). Respondeu-me que sim, mas que ele tinha dito que ia falar comigo primeiro para combinar. O que me irritou foi a atitude dela, como se eu, para além de ter o dever de estar informada de que o jantar tinha sido alterado para hoje, tivesse a obrigação de lhe ir fazer as compras e fazer o jantar.
Há pouco telefonou-me a perguntar se queria ir ter ao centro comercial com ela, porque queria ver lojas e tudo o mais. Mas eu sei que é mais que isso. Para além de não querer estar sozinha, quer é boleia para casa e as compras feitas. Resumindo, ela quer um jantar em casa dela, com o meu trabalho. Disse-lhe que estava a estudar (o que é verdade) e que queria estudar a tarde toda para pôr o estudo em dia (o que já é mentira visto ter acabado de falar com o M. para irmos ao cinema. Sinto-me mal porque acho que estou a ser má com ela, mas ela também tem aprontado comigo. Mando-lhe mensagens e telefono-lhe e ela nada; mas quando é o contrário diz, muito indignada "mandei-te mensagem e tu não respondeste!". Irrita-me o facto de ela contar comigo para quando lhe dá jeito. E sei que nem sempre é por querer estar comigo, mas porque precisa de boleia (sim, porque a menina não se digna a comprar o passe de autocarro nem a tirar a carta). Não gosto que façam de mim gato sapato, e desde que ela começou a ter estas atitudes comigo que me afastei dela e deixei de gostar dela como gostava. Acho que a nossa amizade morreu; só ela é que ainda não percebeu.
Não sei como vou descalçar a bota hoje, mas ir jantar a casa dela é a última coisa que me apetece. Um coisa é certa. Eu não vou cozinhar!

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