Stress

Posted on 08:28 In: , ,
Ultimamente tenho-me sentido estranha.
Não que se passe algo em particular, mas o meu estado de espírito tem estado incotrolável. A qualquer contarariedade tenho vontade de destruir tudo à minha volta e fico frustrada muito facilmente. E não, não é TPM, esse já veio e foi.
Comigo e com o O. tem estado tudo bem. Tivemos uma discussão de criar bicho no Sábado, mas já são águas passadas e creio que já não tenha nada a ver com isso. A culpa foi essencialmente minha. Como digo, senti-me bastante frustrada por estar a ser contrariada, não directamente mas de algum modo, e explodi... várias vezes. E agora continuo assim. Não expludo, tento-me controlar, mas a frustração continua cá. Se acordo, me levanto e o O. continua a dormir até ao meio-dia (que é o normal), em vez de aproveitar esse tempo sozinha fico frustrada e só me apetece ficar zangada com ele. Tento refrear esse sentimento porque ele não tem culpa; sempre o conheci assim e há três anos que o aceito como ele é. No entanto, como é inevitável, ele percebe sempre um pouco da minha irritação.
Na universidade também está tudo bem. Tenho as cadeiras sob controlo, nada por que não tenha já passado. Devo dizer, aliás, que nunca tive as cadeiras tanto sob controlo.
Tenho andado também irritada com uma amiga minha, a A., mas acredito que tenho mais que razões para isso. Ela tem-se mostrado extremamente irresponsável, e ja por uma vez me deixou na mão. Bem, não me deixou porque eu me preveni a tempo. O que se passou foi o seguinte; tínhamos combinado um jantar em minha casa, e ela prontificou-se logo a comprar e levar os ingredientes para a sobremesa. No entanto no dia em questão teve o telemóvel desligado até às 6h da tarde e quando, finalmente, se dignou a dizer-me alguma coisa, disse que a mãe tinha ido para o hospital à noite e, quando lhe disse que me podia ao menos ter dito algo, ela limitou-se a dizer que "não estava com cabeça". No final vima descobrir que a mãe apenas tinha torcido o pé. Pela reacção dela pensei que tivesse tido um AVC ou algo do género. Fora isso, chega atrasada às reuniões de grupo de trabalho da universidade, entrega-nos a parte dela escrita com "k"s e "pk"s e "mt", como se estivesse a escrever no messenger... enfim... podia continuar mas não vale a pena. No entanto cortei um pouco com ela, pelo que não pode ser isso que me deixa assim.
Então, o que poderá ser?? Só espero que esta fase passe depressa.

vrrrummmm...

Posted on 04:06 In:
É o último dia de férias, e, agora que penso nisso, não me apetece que seja. A volta das aulas implica a aproximação das frequências, trabalhos para entregar... enfim! Agora gostava de voltar atrás... 3, 4 dias.
Bom, mas nem tudo é não... tenho uma novidade super empolgante! Ontem comprámos um Roomba!!! É verdade, pusémo-lo hoje à prova e, devo dizer, está a portar-se lindamente. Os gatos é que ainda não lhe acham muita piada, mas estão curiosos e, qualquer dia, ainda interagem com ele. Os vídeos no youtube, pelo menos, indicam que sim.
Ah, e o descanso que é não ter de me preocupar em aspirar ou varrer a casa! Ainda por cima eu, que não sou nenhuma fada do lar! Gosto muito de cozinhar, mas no que toca a limpezas... se puder passo-as sempre a outra pessoa. O pior é que raramente ou nunca acontece, pelo que a minha casa não é um exemplo de limpeza. E quando vêm as visitas, sou eu e o O. à pressa a dar um jeito rápido à casa. =P
Podia ser pior. Creio que há piores defeitos que esse. Quando acabar o curso e arranjar um emprego logo poderei contratar alguém que me ajude com a casa e tudo fica resolvido! =)

Férias

Posted on 07:08
Estou de férias desde Quinta-feira.
Não é assim tão divertido. Todos os meus colegas foram para casa e o Algarve torna-se aborrecido.
Sexta-feira, após um dia de terrível aborrecimento, eu e o O. decidimos ir para Lisboa. Estávamos fartos de cá estar e, passada uma hora, estávamos a caminho.
Foi óptimo. Espairecemos, fizemos compras, fomos comer (duas vezes) ao Saloio da 24 pão com chouriço, fomos à Starbucks, jantamos com a D. e o T., fomos beber um copo a Cascais e voltámos Sábado à noitinha.
Foi um passeio curto, mas deu para acalmar os ânimos e voltei ao Algarve com um outro espírito. Estou com mais paciência para o O., para limpar a casa, para cozinhar, para estudar, enfim, para fazer aquilo que tem mesmo de ser feito.
Hoje levantei-me, lavei a louça e fiz os "caracóis salgados de queijo e fiambre" que saíram na edição deste mês da "Mulher moderna na cozinha" e ficar deliciosos. Tive de adicionar muita farinha porque a quantidade da receita só pode estar errada, mas, o meu conselho? Façam-na! Ou peçam a alguém com paciência que o faça porque ficam divinais. O O. e o E. (que veio cá almoçar hoje) adoraram!
Hoje à tarde devo ficar na ronha ou ganho coragem e vou estudar. Tenho muito estudo para por em dia.

Pesadelo

Posted on 01:48 In: ,
Ontem tive um pesadelo horrível.
Sonhei que estava num hospital, com uma agulha na coxa, e que me tinham dito que tinha SIDA. E eu chorava e chorava, e queria ir para casa mas não me deixavam porque diziam que eu tinha de lá ficar pelo menos até passar o fim-de-semana. Depois comecei a pensar que, se eu tinha a doença, então o meu namorado também a tinha de certeza. Foi tão horrível que consegui acordar e perceber que era apenas um sonho. Mas quando voltei a fechar os olhos e a adormecer, voltei a sonhar.
Sonhei me tinham dito que afinal eu não estava infectada, que tinha sido apenas um susto. Mas logo a ssguir alguém dizia que os enfermeiros, por vezes, diziam aos doentes que eles estavam saudáveis apenas porque viam que eles não aguentavam a pressão. Depois disso, eu estava num descampado com o meu namorado, uma criança e um velhote que eu não conhecia. Do nada, e com o ridículo que todos os sonhos têm, apareceu, não sei vindo de onde, um teste de SIDA, como um teste de gravidez daqueles de fazer em casa, que foi justamente parar a um dedo que sangrava do meu namorado. E deu positivo. Então, para além de tornar a acreditar que também eu estava infectada, pensei que, se eu tinha SIDA, era porque ele me tinha traído (logo no início do meu namoro com ele eu fiz um teste que deu negativo). Então pedi-lhe para falar com ele a sós, e o velho e a criança afastaram-se. Perguntei-lhe se alguma vez me tinha traído e ele fez aquela cara de quem vai confessar alguma coisa. Mas quando viu a minha expressão, disse: "Não, mas foi 'fun'", e depois queria-me contar os detalhes, porque acreditava que eu iria achar divertido e que iria entender. Eu dizia que não queria ouvir e chorava, chorava outra vez que nem uma perdida.
Quando acordei novamente não dei hipótese e levantei-me. Não quis dar oportunidade a mais pesadelos deste tipo.

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