Este é o meu primeiro post neste blog e, como tal, acho que devo fazer uma breve apresentação.
Sou a MissWho, ando na casa dos 20 anos, e moro com o meu namorado. Não trabalho, mas estudo na Universidade. Recentemente mudei de curso, o que foi a melhor coisa que fiz desde há muito tempo. Estou muito feliz neste curso e creio que encontrei, finalmente, a minha vocação (ou uma das...).
Tenho uma vida tranquila. Eu e o meu namorado damo-nos bem, embora nem eu nem ele tenhamos um feitio fácil. Ele também está na universidade, no mesmo curso há já uns anos, embora ainda esteja a fazer cadeiras de 1º ano. No entanto, acredito que ele finalmente atinou e quero acreditar que irá acabar o curso em breve. Como é óbvio, e visto estarmos juntos há já tempo suficiente, preocupo-me com o futuro que possamos vir a ter e, como tal, com a carreira dele.
A minha família é confusa. A minha mãe casou e divorciou-se duas vezes, e foi o meu padrasto quem me criou. Aliás, ainda hoje é ele quem me ajuda financeiramente. Tenho duas irmãs do casamento da minha mãe com o meu padrasto que, após o divórcio, foram viver com ele. Sim, não é normal, mas a minha mãe não é psicologicamente estável. Agora está calma, mas nada nos garante que não volte a ter uma crise. As minhas irmãs têm uma diferença de mais de 10 anos de mim, e eu sou muito babada por elas, principalmente pela mais velha, que se está a tornar uma senhorinha.
Do casamento do meu pai com a minha madrasta também tenho um irmão, mas raramente o vejo, visto que a minha relação com o meu pai não é das melhores. Na verdade, não estou com ele há 3 ou mais anos, e não falo com ele há quase tanto tempo. Não me afecta muito. Até gostaria de não ter qualquer tipo de obrigação para com eles (aniversários, dia do Pai, etc.). Se bem que tanto eu como ele deixámos de nos telefonar até mesmo nesses dias. É uma longa história, talvez a venha a contar mais à frente.
Não sou a pessoa mais sociável do mundo. Costumo ter alguns problemas em me relacionar com as pessoas, principalmente durante muito tempo. Sou muito intolerante e creio que os meus melhores amigos são aqueles com quem só estou esporadicamente, não me dando tempo para me fartar deles e de começar a ver defeitos "all over". Tenho tentado mudar, a sério que sim, mas por vezes é mais forte que eu. Por essa razão é que às vezes me afasto das pessoas durante curtos períodos de tempo.
Acho que um dos períodos mais felizes da minha vida foram quando morei num país estrangeiro. A diferença entre os Portugueses e as pessoas de lá eram óbvias, sendo que tinha montes de amigos, todos nos dávamos bem e desde que voltei para Portugal nunca mais foi o mesmo. Acho mesmo até que mudei bastante quando mudei. Criei uma espécie de carapaça que só abro com as pessoas mais próximas. Às vezes sinto falta da miúda que era. Era um pouco ingénua, mas dava-me bem com todos, não levava quase nada a mal, perdoava muito facilmente e era feliz com muito pouco. Agora sou um pouco mais fria (o meu namorado que diga o que passou quando começámos a namorar) e não confio facilmente nas pessoas. Já não sou tão divertida como era e, enquanto que antigamente era rotulada como "simpática" e outros adjectivos do agradáveis, quem não me conhece, agora, rotula-me de "antipática", "emproada" e "arrogante". Não me importo muito porque, quando me conhecem, a minha imagem muda bastante, e apenas me interessa a opinião dos que me são mais próximos.
Bom, acho que já me conhecem melhor, talvez, que muitos amigos que tenho. Ficar-me-ão a conhecer melhor nos próximos blogs, por isso... "keep in touch"...
Sou a MissWho, ando na casa dos 20 anos, e moro com o meu namorado. Não trabalho, mas estudo na Universidade. Recentemente mudei de curso, o que foi a melhor coisa que fiz desde há muito tempo. Estou muito feliz neste curso e creio que encontrei, finalmente, a minha vocação (ou uma das...).
Tenho uma vida tranquila. Eu e o meu namorado damo-nos bem, embora nem eu nem ele tenhamos um feitio fácil. Ele também está na universidade, no mesmo curso há já uns anos, embora ainda esteja a fazer cadeiras de 1º ano. No entanto, acredito que ele finalmente atinou e quero acreditar que irá acabar o curso em breve. Como é óbvio, e visto estarmos juntos há já tempo suficiente, preocupo-me com o futuro que possamos vir a ter e, como tal, com a carreira dele.
A minha família é confusa. A minha mãe casou e divorciou-se duas vezes, e foi o meu padrasto quem me criou. Aliás, ainda hoje é ele quem me ajuda financeiramente. Tenho duas irmãs do casamento da minha mãe com o meu padrasto que, após o divórcio, foram viver com ele. Sim, não é normal, mas a minha mãe não é psicologicamente estável. Agora está calma, mas nada nos garante que não volte a ter uma crise. As minhas irmãs têm uma diferença de mais de 10 anos de mim, e eu sou muito babada por elas, principalmente pela mais velha, que se está a tornar uma senhorinha.
Do casamento do meu pai com a minha madrasta também tenho um irmão, mas raramente o vejo, visto que a minha relação com o meu pai não é das melhores. Na verdade, não estou com ele há 3 ou mais anos, e não falo com ele há quase tanto tempo. Não me afecta muito. Até gostaria de não ter qualquer tipo de obrigação para com eles (aniversários, dia do Pai, etc.). Se bem que tanto eu como ele deixámos de nos telefonar até mesmo nesses dias. É uma longa história, talvez a venha a contar mais à frente.
Não sou a pessoa mais sociável do mundo. Costumo ter alguns problemas em me relacionar com as pessoas, principalmente durante muito tempo. Sou muito intolerante e creio que os meus melhores amigos são aqueles com quem só estou esporadicamente, não me dando tempo para me fartar deles e de começar a ver defeitos "all over". Tenho tentado mudar, a sério que sim, mas por vezes é mais forte que eu. Por essa razão é que às vezes me afasto das pessoas durante curtos períodos de tempo.
Acho que um dos períodos mais felizes da minha vida foram quando morei num país estrangeiro. A diferença entre os Portugueses e as pessoas de lá eram óbvias, sendo que tinha montes de amigos, todos nos dávamos bem e desde que voltei para Portugal nunca mais foi o mesmo. Acho mesmo até que mudei bastante quando mudei. Criei uma espécie de carapaça que só abro com as pessoas mais próximas. Às vezes sinto falta da miúda que era. Era um pouco ingénua, mas dava-me bem com todos, não levava quase nada a mal, perdoava muito facilmente e era feliz com muito pouco. Agora sou um pouco mais fria (o meu namorado que diga o que passou quando começámos a namorar) e não confio facilmente nas pessoas. Já não sou tão divertida como era e, enquanto que antigamente era rotulada como "simpática" e outros adjectivos do agradáveis, quem não me conhece, agora, rotula-me de "antipática", "emproada" e "arrogante". Não me importo muito porque, quando me conhecem, a minha imagem muda bastante, e apenas me interessa a opinião dos que me são mais próximos.
Bom, acho que já me conhecem melhor, talvez, que muitos amigos que tenho. Ficar-me-ão a conhecer melhor nos próximos blogs, por isso... "keep in touch"...
