Ontem tive um pesadelo horrível.
Sonhei que estava num hospital, com uma agulha na coxa, e que me tinham dito que tinha SIDA. E eu chorava e chorava, e queria ir para casa mas não me deixavam porque diziam que eu tinha de lá ficar pelo menos até passar o fim-de-semana. Depois comecei a pensar que, se eu tinha a doença, então o meu namorado também a tinha de certeza. Foi tão horrível que consegui acordar e perceber que era apenas um sonho. Mas quando voltei a fechar os olhos e a adormecer, voltei a sonhar.
Sonhei me tinham dito que afinal eu não estava infectada, que tinha sido apenas um susto. Mas logo a ssguir alguém dizia que os enfermeiros, por vezes, diziam aos doentes que eles estavam saudáveis apenas porque viam que eles não aguentavam a pressão. Depois disso, eu estava num descampado com o meu namorado, uma criança e um velhote que eu não conhecia. Do nada, e com o ridículo que todos os sonhos têm, apareceu, não sei vindo de onde, um teste de SIDA, como um teste de gravidez daqueles de fazer em casa, que foi justamente parar a um dedo que sangrava do meu namorado. E deu positivo. Então, para além de tornar a acreditar que também eu estava infectada, pensei que, se eu tinha SIDA, era porque ele me tinha traído (logo no início do meu namoro com ele eu fiz um teste que deu negativo). Então pedi-lhe para falar com ele a sós, e o velho e a criança afastaram-se. Perguntei-lhe se alguma vez me tinha traído e ele fez aquela cara de quem vai confessar alguma coisa. Mas quando viu a minha expressão, disse: "Não, mas foi 'fun'", e depois queria-me contar os detalhes, porque acreditava que eu iria achar divertido e que iria entender. Eu dizia que não queria ouvir e chorava, chorava outra vez que nem uma perdida.
Quando acordei novamente não dei hipótese e levantei-me. Não quis dar oportunidade a mais pesadelos deste tipo.
Sonhei que estava num hospital, com uma agulha na coxa, e que me tinham dito que tinha SIDA. E eu chorava e chorava, e queria ir para casa mas não me deixavam porque diziam que eu tinha de lá ficar pelo menos até passar o fim-de-semana. Depois comecei a pensar que, se eu tinha a doença, então o meu namorado também a tinha de certeza. Foi tão horrível que consegui acordar e perceber que era apenas um sonho. Mas quando voltei a fechar os olhos e a adormecer, voltei a sonhar.
Sonhei me tinham dito que afinal eu não estava infectada, que tinha sido apenas um susto. Mas logo a ssguir alguém dizia que os enfermeiros, por vezes, diziam aos doentes que eles estavam saudáveis apenas porque viam que eles não aguentavam a pressão. Depois disso, eu estava num descampado com o meu namorado, uma criança e um velhote que eu não conhecia. Do nada, e com o ridículo que todos os sonhos têm, apareceu, não sei vindo de onde, um teste de SIDA, como um teste de gravidez daqueles de fazer em casa, que foi justamente parar a um dedo que sangrava do meu namorado. E deu positivo. Então, para além de tornar a acreditar que também eu estava infectada, pensei que, se eu tinha SIDA, era porque ele me tinha traído (logo no início do meu namoro com ele eu fiz um teste que deu negativo). Então pedi-lhe para falar com ele a sós, e o velho e a criança afastaram-se. Perguntei-lhe se alguma vez me tinha traído e ele fez aquela cara de quem vai confessar alguma coisa. Mas quando viu a minha expressão, disse: "Não, mas foi 'fun'", e depois queria-me contar os detalhes, porque acreditava que eu iria achar divertido e que iria entender. Eu dizia que não queria ouvir e chorava, chorava outra vez que nem uma perdida.
Quando acordei novamente não dei hipótese e levantei-me. Não quis dar oportunidade a mais pesadelos deste tipo.

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